A/O [nome do aluno] realizou um trabalho efectivo e significativo com os colegas e professor(es) durante a realização das atividades individuais e em grande grupo neste período de Ensino @ Distância.
A/O [nome do aluno] demonstrou alguma dificuldade na participação no início deste período de Ensino @ Distância, mas mostrou persistência e evoluiu positivamente, tornando-se num(a) participante ativo(a) no processo de ensino.
Apesar do(a) [nome do aluno] ter demonstrado uma evolução no grau de confiança e integração durante as aulas síncronas, muitas vezes mostrava-se relutante em intervir e integrar autonomamente um momento de debate, questionamento ou atividade a não ser que fosse solicitado(a).
A/O [nome do aluno] demonstrou um grande esforço para se adaptar ao Ensino @ Distância, sendo um excelente exemplo para os seus colegas da postura a assumir tanto nos momentos síncronos como na realização das tarefas assíncronas.
A/O [nome do aluno] revelou muito interesse e uma excelente capacidade na utilização dos recursos tecnológicos, integrando as atividades síncronas, completando e submetendo os trabalhos com êxito e comunicando com o(s) professor(es) e colegas.
A/O [nome do aluno] demonstrou uma excelente capacidade em manter-se concentrado(a) nas aulas síncronas e na realização das atividades.
A/O [nome do aluno] manteve, de uma forma muito eficaz, um bom comportamento e metodologia de trabalho após a transição para o Ensino @ Distância, demonstrando assim uma excelente capacidade adaptativa nesta transição desafiante.
A/O [nome do aluno] participou entusiasticamente durante as aulas síncronas, porém, por vezes, era necessário relembrar que era necessário permitir que os outros colegas partilhassem também o seu trabalho e as suas ideias.
A/O [nome do aluno] realizou um excelente trabalho autónomo, completando as tarefas, trabalhos de casa, pesquisas e outras atividades.
A/O [nome do aluno] demonstrou responsabilidade na presença, comportamento e participação nas aulas síncronas.
A/O [nome do aluno] respondeu bastante bem aos desafios apresentados nesta transição de aulas presenciais para aulas on-line.
A/O [nome do aluno] sempre se apresentou preparado(a), organizado(a) e motivado(a) para realizar uma aprendizagem significativa.
A/O [nome do aluno] participou e comportou-se de forma inconsistente ao longo do período de Ensino @ Distância. Por vezes estava distraído, similar/diferente ao/do seu comportamento em sala de aula.
A/O [nome do aluno] demonstrou dificuldade na adaptação ao Ensino @ Distância, mas tentou com afinco integrar-se nas atividades e aulas síncronas.
A/O [nome do aluno] demonstrou proatividade e iniciativa para pedir ajuda sempre que necessário, tanto academicamente, assim como , com os recursos tecnológicos no Ensino @ Distância.
Nesta nova situação epidémica, todos os professores foram solicitados à utilização das tecnologias e realização de um Ensino @ Distância.
Os professores não podem replicar o dia-a-dia da escola num ambiente online... É necessário pensar diferente, é necessário repensar e refletir sobre as tarefas solicitadas, as estratégias de envolvimento dos alunos e de suporte. O Ensino @ Distância é diferente.
- Como posso ajustar o currículo àquela turma? E à outra?
- Quais as aulas que correram melhor? Porquê?
- Quais as aulas que não correram tão bem? Porquê? O que poderia ter feito diferente?
- Quais os pontos fortes do Ensino @ Distância?
- O que aprendi sobre os meus alunos?
- Como estão a gerir os meus alunos a parte emocional da quarentena e do Ensino @ Distância?
- Como envolvi os meus alunos no processo ensino/aprendizagem?
- Como está a correr a comunicação com os alunos e com os Encarregados de Educação?
- Como posso melhorar no geral?
O erro, tanto para alunos como para professores é bom, desde que se aprenda com o mesmo e não se repitam.
É muito importante definir expectativas reais para todos os intervenientes.
Neste momento ainda não temos as informações válidas sobre como e o que irá ocorrer no próximo ano letivo. Porém, considero que "largar" totalmente estas novas ferramentas e forma de ensino seria voltar à Escola do século XX.
- Crie um vídeo e/ou guia de introdução e orientação (por exemplo no Screencastify) para explicar o que se pretende com o Ensino @ Distância a par do ensino presencial; explicar o uso da plataforma LMS escolhida (seja o Edmodo, o Google Classroom, Moodle, Microsoft Teams, ClassDojo, ou até mesmo na Escola Virtual ou Leya, entre outras); exemplificar como se entregam os trabalhos nessa plataforma; explique as políticas de privacidade, de uso, de gravação e uso das imagens e trabalhos.
- Mostre uma planificação, um fio condutor do trabalho a ser realizado e explique como será realizada a avaliação do aluno.
- Explique quais são os canais que os alunos podem e devem utilizar para comunicar com o professor e pedir ajuda na realização das tarefas propostas, explicando qual o tipo de linguagem aceitável e outros elementos da literacia e cidadania digital.
Já referi em outros posts que passamos do 8 para o 80, sem a formação, conhecimentos e práticas necessárias para o nível a que os professores e alunos foram sujeitos. Então, vamos dar um passo atrás. Vamos obter formação e vamos manter, em parte e com significância, o Ensino @ Distância.
É importante que os alunos percebam o porquê de realizarem as tarefas, assim como os seus Enc. de Educação, que estão a assistir os alunos em casa. Por isso, ao colocar as tarefas, é necessário que se explicite os objetivos da mesma. A frase que se utiliza usualmente é: "Com a realizo desta(s) tarefa(s) pretende-se que o aluno:" e, de seguida, são elencados os objetivos.
Nunca deixar de parte os alunos com acomodações e/ou Necessidades Educativas Especiais. Os professores devem atribuir tarefas diferenciadas e adequadas a cada situação.
Para auxiliar os alunos, o professor pode marcar uma hora específica para realizar o suporte in loco através da plataforma, ajudando assim o aluno nas suas questões e problemas técnicos e/ou na realização das tarefas. Deve também ser potenciado o auxílio interpares, em que os colegas possam ajudar-se uns aos outros e responder às questões realizadas, numa espécie de fórum. Mas, nada melhor do que ensinar os alunos a tentarem encontrar por si as soluções necessárias aos seus problemas. Esta é uma soft skill muito importante para a criação de autonomia, capacidade de pesquisa, de crítica e de resolução de problemas - muito ligada ao perfil do aluno do século XXI.
Os professores não podem replicar o dia-a-dia da escola num ambiente online... É necessário pensar diferente, é necessário repensar e refletir sobre as tarefas solicitadas, as estratégias de envolvimento dos alunos e de suporte. O Ensino @ Distância é diferente.
Reflexão docente
A reflexão crítica da prática docente sempre foi necessária e sempre será para que seja possível evoluir - seja o ajuste das metodologias a utilizar, a capacidade de compreender as limitações e lacunas dos alunos, agregar as informações necessárias para diversos ajustes, melhorar o processo ensino/aprendizagem.- Como posso ajustar o currículo àquela turma? E à outra?
- Quais as aulas que correram melhor? Porquê?
- Quais as aulas que não correram tão bem? Porquê? O que poderia ter feito diferente?
- Quais os pontos fortes do Ensino @ Distância?
- O que aprendi sobre os meus alunos?
- Como estão a gerir os meus alunos a parte emocional da quarentena e do Ensino @ Distância?
- Como envolvi os meus alunos no processo ensino/aprendizagem?
- Como está a correr a comunicação com os alunos e com os Encarregados de Educação?
- Como posso melhorar no geral?
O erro, tanto para alunos como para professores é bom, desde que se aprenda com o mesmo e não se repitam.
É muito importante definir expectativas reais para todos os intervenientes.
Neste momento ainda não temos as informações válidas sobre como e o que irá ocorrer no próximo ano letivo. Porém, considero que "largar" totalmente estas novas ferramentas e forma de ensino seria voltar à Escola do século XX.
Blended-Learning
No início do próximo ano letivo, existindo uma blended-learning (b-learning) como penso que se irá realizar, é importante que o professor:- Crie um vídeo e/ou guia de introdução e orientação (por exemplo no Screencastify) para explicar o que se pretende com o Ensino @ Distância a par do ensino presencial; explicar o uso da plataforma LMS escolhida (seja o Edmodo, o Google Classroom, Moodle, Microsoft Teams, ClassDojo, ou até mesmo na Escola Virtual ou Leya, entre outras); exemplificar como se entregam os trabalhos nessa plataforma; explique as políticas de privacidade, de uso, de gravação e uso das imagens e trabalhos.
- Mostre uma planificação, um fio condutor do trabalho a ser realizado e explique como será realizada a avaliação do aluno.
- Explique quais são os canais que os alunos podem e devem utilizar para comunicar com o professor e pedir ajuda na realização das tarefas propostas, explicando qual o tipo de linguagem aceitável e outros elementos da literacia e cidadania digital.
Já referi em outros posts que passamos do 8 para o 80, sem a formação, conhecimentos e práticas necessárias para o nível a que os professores e alunos foram sujeitos. Então, vamos dar um passo atrás. Vamos obter formação e vamos manter, em parte e com significância, o Ensino @ Distância.
Ensino @ Distância
Ao planear as atividades e tarefas para aprendizagem online, é necessário pensar inicialmente no fim. Qual o fim que se pretende? Com estas atividades, o que pretendo? Quais os objetivos?É importante que os alunos percebam o porquê de realizarem as tarefas, assim como os seus Enc. de Educação, que estão a assistir os alunos em casa. Por isso, ao colocar as tarefas, é necessário que se explicite os objetivos da mesma. A frase que se utiliza usualmente é: "Com a realizo desta(s) tarefa(s) pretende-se que o aluno:" e, de seguida, são elencados os objetivos.
Momentos síncronos e assíncronos
Na aprendizagem síncrona, todos os alunos estão, ao mesmo tempo, integrados num momento de aprendizagem. Esta pode ocorrer presencialmente, pode ser online ou em b-learning.
Um exemplo de aula síncrona online: todos os alunos têm definido no seu horário que às 9h de segunda-feira têm aula de Português através do acesso a uma reunião no ZOOM através de um link gerado pelo professor.
Sem dúvida que as aulas síncronas online são mais difíceis tanto para os alunos como para os professores porque existem inúmeras distrações para os alunos, é mais difícil chegar às necessidades de todos, até mesmo porque na interação presencial há técnicas e abordagens que permitem aos professores acessarem mais facilmente às lacunas e individualização no processo de ensino/aprendizagem.
Nos momentos assíncronos, os alunos podem gerir o seu horário, interagindo ao seu ritmo, em momentos distintos uns dos outros, abrindo espaço para que haja uma maior personalização e adequação no processo de aprendizagem.
Um exemplo de um momento assíncrono é: o professor coloca um vídeo numa plataforma online para que os alunos, eventualmente, o visualizem.
Mesmo nos momentos assíncronos é possível que haja uma personalização e interação mais próxima do professor. É muito importante atribuir feedback significativo e individualizado acerca da evolução dos alunos e do trabalho realizado.
Uma ideia seria também o professor gravar-se a si próprio a pedir as tarefas através de vídeo. É uma excelente forma de interação. Algumas das aplicações interessantes para gravar e editar este tipo de vídeos são: Screencastify; Explain Everything; Loom; OBS.
Não esquecer que a solicitação das tarefas deve ser direta, concisa e contextualizada, uma vez que os professores não estão lá diretamente para poder explicar melhor nem para facilitar o processo.
Embora os alunos gostem de trabalhar online e com a tecnologia, é muito mais fácil perdermos a atenção do mesmo num ambiente online. Muitas vezes o processo de ensino/aprendizagem corre melhor em sala de aula do que através do ensino online.
Para que seja realizada uma melhor aprendizagem, é necessário ir com mais calma, dividir os conceitos e objetivos em pedaços, bem contextualizados e com o suporte de outros recursos e do professor. Ao idealizar a aula e as tarefas, o professor deve refletir e prever as questões que os alunos poderiam colocar e tentar responder às mesmas antecipadamente.
Não esquecer a importância de construir e manter uma relação com os alunos, conectar com eles, conhecê-los. A turma online deve ser uma comunidade onde se aprende, se fala, se partilha, se motiva, se apoia(m), e se aprende e desenvolve competências socioemocionais.
Conetar o currículo, as aprendizagens essenciais e o perfil do aluno com as motivações, interesses, competências e capacidades dos alunos
Através das atividades online, é possível criar diferentes grupos ou definir diferentes tipos e níveis de tarefas para os alunos. Se for possível, deve-se potenciar a possibilidade dos alunos poderem escolher quais as atividades que preferem realizar. É claro que existirão atividades obrigatórias, contudo há outras, complementares e opcionais, que poderão ser escolhidas pelos alunos.Nunca deixar de parte os alunos com acomodações e/ou Necessidades Educativas Especiais. Os professores devem atribuir tarefas diferenciadas e adequadas a cada situação.
Para auxiliar os alunos, o professor pode marcar uma hora específica para realizar o suporte in loco através da plataforma, ajudando assim o aluno nas suas questões e problemas técnicos e/ou na realização das tarefas. Deve também ser potenciado o auxílio interpares, em que os colegas possam ajudar-se uns aos outros e responder às questões realizadas, numa espécie de fórum. Mas, nada melhor do que ensinar os alunos a tentarem encontrar por si as soluções necessárias aos seus problemas. Esta é uma soft skill muito importante para a criação de autonomia, capacidade de pesquisa, de crítica e de resolução de problemas - muito ligada ao perfil do aluno do século XXI.
A reflexão dos estudantes
A reflexão dos alunos é também uma parte importantíssima no processo de aprendizagem. Por cada momento de aprendizagem, deve ser solicitado ao aluno um pequeno comentário reflexivo, pode ser na plataforma LMS, como um comentário na mesma, o colocar das várias reflexões num mesmo documento e partilhar com o professor no Google Drive, colocar o comentário num fórum criado pelo professor, entre outras possibilidades.
Com a análise destas reflexões o professor também poderá entender quais as lacunas e necessidades de revisão dos conteúdos abordados e integração de cada aluno na aprendizagem.
Também poderá ser solicitado aos alunos a criação de um portfólio individual, contudo, esta tarefa apenas deverá ser dirigida a alunos mais autónomos como os do secundário.
Gostaria que me dessem a vossa opinião sobre os vários tópicos que abordei e gostaria que acrescentassem (nos comentários) mais dicas e visões para o ensino do próximo ano letivo.
Metodologias para o Ensino a Distância
Neste espaço apresentamos sugestões de metodologias que podem ser utilizadas pelo professor na planificação das suas aulas em regime de Ensino a Distância (EaD).
Recordamos da importância de existir um trabalho articulado nas escolas e agrupamentos, nomeadamente, no que respeita a uma organização dos instrumentos a utilizar pelos docentes, configurada no âmbito de um desejável plano de organização do trabalho a distância.
Recordamos da importância de existir um trabalho articulado nas escolas e agrupamentos, nomeadamente, no que respeita a uma organização dos instrumentos a utilizar pelos docentes, configurada no âmbito de um desejável plano de organização do trabalho a distância.
Independentemente das plataformas de ensino e aprendizagem identificadas por cada escola / agrupamento para a implementação do EaD, há recomendações que devem ser atendidas:
- O diretor de turma (DT) ou o professor titular deve comunicar e receber feedback de todos os alunos e / ou respetivas famílias, de forma regular, através do canal acordado com a turma ou, se este falhar, por telefone. Essa comunicação é importante para garantir que as crianças e jovens estão bem, não sofrem de isolamento, estão a compreender a situação atual e que podem expressar as suas dúvidas, dificuldades, etc. junto deste interlocutor.
- Cada professor, no âmbito do trabalho desenhado em cada escola / agrupamento, deve atribuir tarefas de aprendizagem com um tempo expectável de realização semelhante ao das respetivas aulas, utilizando diferentes formas de comunicação, desejavelmente enquadradas na plataforma de ensino e aprendizagem que cada escola / agrupamento estabeleceu. Estas tarefas devem indicar quais os recursos recomendados, os objetivos/produtos esperados, o prazo para entrega da tarefa e o meio através do qual os estudantes podem esclarecer dúvidas. No final, o professor deve dar feedback aos estudantes numa lógica de avaliação formativa, referente à realização destas tarefas.
- As tarefas devem permitir o desenvolvimento das aprendizagens essenciais previstas para a respetiva disciplina/ano de escolaridade.
- Para a consecução das tarefas, os alunos podem recorrer ao manual escolar, aos cadernos de exercícios, a materiais que tenham em casa ou a outras aplicações que estejam disponíveis online, devendo o professor verificar se todos os alunos da turma têm efetivamente os equipamentos que lhes permitam realizar as tarefas acordadas e procurando o professor alternativas, caso tal não se verifique. Caso existam alunos que não conseguem aceder a alguma aplicação, deverá o professor indicar formas alternativas para a realização das tarefas, tentando adaptá-las a outras bases de trabalho.
Sugestões de implementação de estratégias de EaD no âmbito dos processos de ensino e aprendizagem
- A metodologia Flipped Classroom (adiante designada por “Sala de aula invertida”) é uma tentativa de fazer uso das infraestruturas tecnológicas, dos recursos digitais e do estilo de vida dos nossos alunos, para promover um ensino diferenciado e promotor de oportunidades e de aprendizagens significativas, procurando fomentar a autonomia e a flexibilidade ao ritmo de aprendizagem de cada um, de forma a alcançar o sucesso educativo e o desenvolvimento académico dos alunos. (Ler mais)
- Desenho de planos individuais de trabalho – sugere-se que sempre que necessário os professores desenhem planos de trabalho individuais com os seus alunos, estimulando que os próprios sejam criados pelos alunos, sob orientação do professor, tendo como suporte as Aprendizagens Essenciais de cada disciplina. Estes planos individuais devem ser desenvolvidos para um período específico de tempo, por exemplo, uma semana ou duas. Nesse plano deve registar-se a identificação das tarefas bem como a previsão de realização das mesmas e respetivos mecanismos de interação entre aluno e docente. No final de cada semana, os alunos, com a ajuda do professor, registam os respetivos níveis de desempenho, face ao trabalho pré-estabelecido. O apoio a disponibilizar pelo professor a cada aluno, pode ser realizado através da plataforma de ensino e aprendizagem da escola / agrupamento, de e-mail ou através da realização de uma videoconferência. Se tal não for possível, devem ser encontradas outras formas de comunicação, em diálogo com as Direções das escolas e dos agrupamentos.
- Sessões Coletivas - sugerem-se momentos pré-determinados de trabalho coletivo, uma hora por semana por exemplo, sempre em articulação com o DT nos 2.º e 3.º ciclos e secundário, ou por iniciativa do professor titular no 1.º ciclo, no decurso do qual se desenvolvem atividades de cada disciplina ou atividades interdisciplinares ou de cada componente do currículo, no caso do 1.º Ciclo. Sublinha-se que estas sessões devem ser realizadas na modalidade síncrona, mas previamente articuladas, nos casos dos 2.º e 3.º ciclos e secundário com os respetivos DT para que se realizem sem sobrecarga para os alunos. Caso não seja possível a utilização da Internet para a realização destas sessões, devem os docentes procurar, junto das Direções, formas alternativas de manter o contacto com os alunos.
- Comunicação de Projetos de Trabalho – Sugere-se a criação de um tempo semanal de comunicação para apoio aos grupos de alunos que desenvolvem projetos. Neste tempo, os elementos do projeto dinamizam a apresentação da informação do modo mais interativo possível e recebem feedback dos colegas da turma e dos professores. Sempre que possível, devem ser utilizadas ferramentas digitais de colaboração que permitem a partilha síncrona dos trabalhos em apresentação. Caso o docente identifique dificuldades de realização das tarefas definidas no âmbito da concretização do projeto, deverá aportá-las ao plano individual de trabalho dos alunos em causa.
- Avaliação por pares - A avaliação por pares consiste em submeter um trabalho aos comentários e sugestões de um ou mais colegas. A avaliação por pares pode ser utilizada como processo de avaliação formativa ou sumativa.
Na revisão por pares que incida numa avaliação formativa, o foco deverá centrar-se nas necessidades dos alunos, enquanto que na revisão por pares que incida numa avaliação sumativa, o foco deverá estar no resultado.
Avaliação Formativa a distância
Os meios digitais podem constituir-se como elementos de elevado valor no desenvolvimento dos processos de ensino, aprendizagem e avaliação. Acrescenta-lhes elementos como o maior acesso à informação, a flexibilidade na utilização e diversidade de suportes no seu tratamento e apresentação, a partir dos quais resulta uma inegável valorização dos processos de compreensão de conceitos e de fenómenos diversos, designadamente através da associação de diferentes tipos de representação que vão desde o texto à imagem fixa e animada, ao vídeo e ao som. Sublinhe-se ainda as possibilidades de interação que as ferramentas digitais apresentam. Sempre que não seja possível o contacto com os alunos através dos meios digitais ou a utilização destes meios para acompanhar a evolução dos alunos, deve tal situação ser sinalizada para que outras formas de trabalho possam ser estabelecidas, sendo que o objetivo maior é o de que todos os docentes, face à identificação e concretização de tarefas pelos seus alunos, tenham oportunidades e meios para lhes dar feedback ao trabalho desenvolvido. Uma vez mais, manter os canais de comunicação abertos é fundamental.
Os meios digitais podem constituir-se como elementos de elevado valor no desenvolvimento dos processos de ensino, aprendizagem e avaliação. Acrescenta-lhes elementos como o maior acesso à informação, a flexibilidade na utilização e diversidade de suportes no seu tratamento e apresentação, a partir dos quais resulta uma inegável valorização dos processos de compreensão de conceitos e de fenómenos diversos, designadamente através da associação de diferentes tipos de representação que vão desde o texto à imagem fixa e animada, ao vídeo e ao som. Sublinhe-se ainda as possibilidades de interação que as ferramentas digitais apresentam. Sempre que não seja possível o contacto com os alunos através dos meios digitais ou a utilização destes meios para acompanhar a evolução dos alunos, deve tal situação ser sinalizada para que outras formas de trabalho possam ser estabelecidas, sendo que o objetivo maior é o de que todos os docentes, face à identificação e concretização de tarefas pelos seus alunos, tenham oportunidades e meios para lhes dar feedback ao trabalho desenvolvido. Uma vez mais, manter os canais de comunicação abertos é fundamental.
Alguns exemplos de plataformas e ferramentas digitais a utilizar para apoio à avaliação:
- O Socrative (http://www.socrative.com/) é uma aplicação simples de elaboração de questionários (preparação de testes, quizzes, etc.) que pode ser usada a distância para receber feedback da aprendizagem do aluno em tempo real. Através de um sistema de perguntas e respostas, o professor pode recolher as respostas dos alunos, percebendo melhor a sua compreensão relativamente aos temas em estudo.
Com esta ferramenta, o professor pode controlar o tempo de duração de um teste. Pode, por exemplo, deixá-lo vários dias disponível para os alunos. Os testes também podem ser partilhados entre professores.
O Socrative permite obter relatórios dos testes realizados pelos alunos. Fornece três tipos de relatório: um pdf individual, um pdf da turma e uma grelha em Excel com os resultados de toda a turma.
- Mentimeter (https://www.mentimeter.com/): plataforma online que pode dar apoio à avaliação formativa, com recolha de dados em tempo real (as apresentações podem ter perguntas, jogos, sondagens, questionários, slides, imagens, gifs e muito mais).
- Kahoot (https://kahoot.com/), semelhante aos anteriores, as apresentações permitem a utilização de vídeos.
- O Quizizz (https://quizizz.com/), semelhante aos anteriores, permite que os professores escolham e adaptem um questionário existente.
Recordamos que a existência de uma plataforma de ensino e aprendizagem na sua escola / agrupamento poderá ser a melhor forma de organizar o seu trabalho e o dos seus alunos.
Fonte: DGE
"O CRI vai a casa..." VOL. I é um Guia de estratégias e atividades para crianças, jovens e famílias, em situação de confinamento, com um conjunto de orientações práticas ao nível da psicologia, da psicomotricidade, da terapia Ocupacional, da fisioterapia e da terapia da fala.

Os educadores e professores, antigamente, tal como hoje, procuravam ideias, apoio ou apenas uma boa dica através de outros colegas. Mas antigamente, as conexões eram mais limitadas.
Conversar com colegas na sala dos professores, por vezes, traz a inspiração necessária.
Mas quantas e quantas vezes (e sendo eu professora contratada) caímos de pára-quedas, sem conhecer os colegas, tentando cumprir o programa e as planificações, conhecendo e compreendendo as limitações e diferenciações de cada aluno das nossas novas turmas, avançando nas aulas a um ritmo alucinante. Por vezes é difícil encontrar colegas com preocupações semelhantes às nossas. E, por isso mesmo, considero mesmo muito importante o momento de articulação entre professores. Existir um momento específico para tal permite que haja uma conversação e produção significativas entre docentes, algo que, por vezes, acontece naturalmente durante os intervalos na sala dos professores.
Para vários educadores, não só em Portugal, mas em todo o mundo, os grupos do Facebook permitiram alargar a "sala dos professores", o tempo de articulação.
Com este post, pretendo compartilhar alguns dos grupos de Facebook que considero interessantes seguir enquanto docente.
Mas, o que é um grupo do Facebook?
Os grupos do Facebook são simplesmente espaços online para comunicar com outras pessoas sobre interesses comuns.Existem diversos tipos de grupos no Facebook. Alguns podem envolver apenas pessoas que conhece, como a sua família, colegas ou comunidade escolar. Outros grupos do Facebook são para pessoas com interesses em comum. Pense basicamente em qualquer tópico, interesse ou necessidade e, provavelmente, existe um grupo no Facebook sobre o mesmo - parentalidade, condicionamento físico, negócios, política, notícias locais, programas de televisão, compra e venda, desporto, clubes de fãs de celebridades e muito mais.
Os grupos de Facebook também são muito populares entre os educadores.
Para integrar ou criar um grupo no Facebook necessita de ter conta no mesmo (mas não é obrigatório postar no seu perfil aquilo que aparece nos seus grupos).
Qualquer usuário do Facebook pode criar um grupo se assim o pretender.
Alguns grupos do Facebook são públicos, mas muitos deles são privados (apenas os membros podem ver quem está no grupo e o que está postado). Maior parte dos grupos para professores são privados.
Para ingressar num grupo de Facebook, geralmente, necessita de solicitar permissão. Os administradores podem colocar algumas questões para verificar se é adequado o ingresso dos usuários que pediram permissão para serem membros.
Alguns grupos do Facebook estão visíveis para que qualquer usuário possa procurá-los, outros ficam ocultos e precisa de um convite para participar.
Há limite no número de grupos em que podemos participar? Sim. 6000 grupos.
Os grupos do Facebook têm administradores e moderadores nomeados pelo criador do grupo. Esses indivíduos podem postar tópicos de discussão, aprovar solicitações de associação e garantir que todos estejam a cumprir as regras do grupo.
Páginas do Facebook versus grupos
Confuso sobre a diferença entre páginas do Facebook e grupos do Facebook?As páginas são como perfis públicos de marcas, empresas e editores. Qualquer pessoa pode ver a página e gostar da mesma, ou segui-la, se desejar. Os usuários do Facebook também podem comentar as postagens que veem nas páginas e/ou compartilhar postagens dessa página com seus amigos.
Grupos são comunidades mais abrangentes e democratizadas, eventualmente serão mais privadas, não associadas a uma marca.
Como funcionam os grupos do Facebook?
Como qualquer comunidade, pode dar trabalho manter um grupo do Facebook ativo e atrativo, com a participação efetiva de diferentes usuários.Os administradores e moderadores trabalham nos bastidores para manter o grupo vivo. Eles podem colocar questões abertas, interessantes e pertinentes para o grupo responder ou incentivar e responder às pessoas que vão postando.
Se considera ingressar num grupo do Facebook, poderá ver quantas postagens foram feitas recentemente. Assim, fica com a ideia geral se o grupo está ativo e se vale a pena participar nele. Na página inicial do grupo do Facebook consegue ver essas informações em "Atividade". É visível mesmo se não for ainda um membro do grupo.
Existem prós e contras nas diferentes dimensões dos grupos. Grupos mais pequenos poderão ter a vantagem de potenciar uma maior aproximação e conexão entre os membros, enquanto que, grupos com mais membros, podem oferecer um maior anonimato, mas, provavelmente, haverá sempre alguém por perto para interagir.
Então, o que é que se pode encontrar num grupo do Facebook?
Bem, os grupos abrigam todo tipo de conteúdo - tópicos de discussão, imagens, vídeos e arquivos. Alguns grupos permitem publicações de vendas.
Ao ser membro de um grupo do Facebook, poderá ler as postagens e respostas de outras pessoas. Algumas pessoas tendem a espreitar e simplesmente consumir o conteúdo dos grupos, enquanto que, outras, estão mais envolvidas e postam regularmente perguntas, atualizações e respostas.
Algumas abordagens são lideradas pela escola (às vezes vinculadas à página oficial da escola no Facebook), enquanto outros grupos são criados por professores, pais ou alunos.
Como é que as escolas podem usar os grupos do Facebook?
Há diversas maneiras pelas quais as comunidades escolares de todo o mundo estão adotando grupos no Facebook.Algumas abordagens são lideradas pela escola (às vezes vinculadas à página oficial da escola no Facebook), enquanto outros grupos são criados por professores, pais ou alunos.
Algumas escolas e comunidades criam grupos separados no Facebook para:
- Notícias gerais da escola;
- Níveis ou turmas específicas (por exemplo, "2º Ano" ou "6ºC");
- Equipas desportivas;
- Grupos extracurriculares;
- Organização de eventos;
- Partilha de materiais com os alunos;
- Ajuda para trabalhos de casa.
Gerenciar grupos de escolas no Facebook é um tópico importante de discussão entre as comunidades. Muitas escolas percebem que não podem impedir a criação de grupos, por isso, precisam estabelecer diretrizes para garantir que os grupos sejam usados positivamente e em segurança.
10 grupos populares no Facebook para professores
Gosta da ideia de participar em alguns grupos do Facebook ligados à área da educação? Aqui estão alguns bons exemplos de grupos do Facebook para educadores e professores (clicando na imagem, abre um novo separador diretamente para a página inicial do grupo):
\
Dica: Ao ingressar e interagir num grupo, poderá encontrar no Facebook sugestões de outros grupos similares e que poderão interessar-lhe. Isto costuma aparecer no lado direito do ecrã.
Alguma pergunta sobre os grupos do Facebook?
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Vários relatórios, críticos e até mesmo o próprio governo indicam que existirão várias mudanças na área da Educação nos anos vindouros.
A sala de estar de cada um passou a ser a sala de aula e, sem dúvida, foi uma mudança de 180º para todos os intervenientes pois "todos" os alunos e professores de Portugal (e de outros tantos países também) terem sido "forçados" a integrarem-se com as novas tecnologias para conseguirem lecionar e aprender em tempo de confinamento.
Pelo que me fui apercebendo, os professores (e muitos deles sexagenários) têm conseguido, mais ou menos facilmente, adaptarem-se a este novo contexto.
Na minha opinião, há professores que irão adotar, nas sua prática, algumas das novas ferramentas que começaram a ser utilizadas e, até mesmo, descobertas e usadas pela primeira vez. Mas, será que haverá uma alteração significativa no cerne da Educação?
Penso que, com esta nova situação de Ensino @ Distância, percebemos o quanto a educação está desfasada do século XXI. Considero que haverá alguns impactos importantes que serão duradouros, mas há várias mudanças necessárias, para todos os atores educativos, alunos, governo, Encarregados de Educação e toda a comunidade educativa.
Numa primeira instância, por várias escolas por onde passei, a ligação à internet era (ou é) recorrentemente um problema. Os computadores são antigos, lentos e , alguns, totalmente obsolentos.
Numa outra medida, há a necessidade de formar os professores, assim como os alunos. É evidente que os alunos estão bastante familiarizados com as redes sociais, contudo, numa outra vertente, há imensas lacunas a nível de literacia digital e capacidade técnica.
Tenho constatado que, em geral, os alunos estão a gostar desta forma de aprender. Contudo, esta resposta paralela encontrada para o Ensino @ Distância, na verdade, não é a mais equitativa. Constata-se que há muitos alunos sem acesso à internet e/ou a um equipamento como um computador em suas nas casas, na sua realidade. Na verdade, o fosso e a diferenciação socioeconómica é bastante visível. Há alunos que só conseguem estabelecer contacto com os professores através do telemóvel. Alguns nem isso. As escolas, professores e diretores de turma estão atentos, e as respostas estão a ser dadas à medida que se consegue.
A transformação no ensino até poderá não se dar, porém, a ideia da utilização da tecnologia e a integração da mesma, dentro e fora da sala de aula, será relevada com maior afinco. Penso que os alunos, que estão a conhecer um novo sistema e um mundo de possibilidades para extensão e complemento das aulas e da escola através das redes sociais e plataformas LMS, irão ficar com altas expectativas para o uso desses recursos online.
Penso que a transformação poderia e devia já ter começado há mais tempo, todavia, de uma forma evolutiva e não completamente revolucionária como aconteceu. Mas as condições assim o ditaram. É necessário partir do presente e delinear estruturadamente o futuro. Planificar, conceber e desenvolver este tipo de reformulação pode consumir muito tempo e nunca deve descurar a intencionalidade pedagógica e os fins que se pretendem atingir.
P.S.: E acredito que haverá, no próximo ano letivo, muitos professores a pensarem "Quem me dera conseguir silenciar os microfones de todos neste momento".
Eu sei que vou pensar nisso.
Bastantes vezes. Por dia.
Para dar aos alunos a conhecer as atividades dos momentos assíncronos, todas as semanas irei disponibilizar um modelo de PowerPoint com as tarefas a realizarem no Google Classroom. Desta forma, tudo estará organizado e a apresentação em Powerpoint é sempre mais interessante do que um mero texto corrido do Word.
Partilho convosco então o PowerPoint que vou utilizar, alterado para a minha disciplina e ano de ensino.
Para quem é do 1º Ciclo e prefere ter as atividades definidas por dias, deixo também dois templates interessantes para essa organização:
AQUI.
Bom trabalho!
Hoje partilho os PowerPoints que elaborei para as primeiras aulas síncronas com as minhas turmas de HGP.
Quando estruturo uma aula, ela deve ser apelativa, motivadora, cativante, sim. Contudo, a pergunta mais importante a fazer é:
Qual é a minha intencionalidade pedagógica?
Partindo desta reflexão, quis estruturar quais os conteúdos que ainda faltam ser abordados.
Senti que era necessário ter um fio condutor estruturado, e senti que deveria mostrá-lo também aos alunos.
Partilho também o portfólio individual que será utilizado pelos alunos para registarem as atividades e tarefas que realizam, assim como outros elementos que considerem importantes.
Poderão transferir e editar os três ficheiros de acordo com a vossa disciplina e o vosso interesse.
Se quiserem deixar algum comentário com recursos que gostariam de ver partilhados, ou com alguma dica, por favor, registem na secção dos comentários no final desta página.
Obrigada.
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 1º Ciclo do Ensino Básico:
Planificação de Atividades E@D : 1º ano
Planificação de atividades E@D : 2º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 3º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 4º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 5º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 5º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 5º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 5º ano
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 5º ano
Planificação de Atividades E@D: Educação Musical 5º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 6º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 6º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 6º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 6º ano
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 6º ano
Planificação de Atividades E@D : Educação Musical 6º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 7º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Francês 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 7º ano (Equações)
Planificação de Atividades E@D : Matemática 7º ano (Semelhanças)
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Físico-Química 7º ano
Planificação de Atividades E@D : História 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Geografia 7º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 8º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Francês 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 8º ano (Casos notáveis da multiplicação de binómios)
Planificação de Atividades E@D : Matemática 8º ano (Notação científica)
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Físico-Química 8º ano
Planificação de Atividades E@D : História 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Geografia 8º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 9º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Francês 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 9º ano (Equações do 2º grau completas)
Planificação de Atividades E@D : Matemática 9º ano (Inequações)
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Físico-Química 9º ano
Planificação de Atividades E@D : História 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Geografia 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Português 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Francês 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 7º ano (Equações)
Planificação de Atividades E@D : Matemática 7º ano (Semelhanças)
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Físico-Química 7º ano
Planificação de Atividades E@D : História 7º ano
Planificação de Atividades E@D : Geografia 7º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 8º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Francês 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 8º ano (Casos notáveis da multiplicação de binómios)
Planificação de Atividades E@D : Matemática 8º ano (Notação científica)
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Físico-Química 8º ano
Planificação de Atividades E@D : História 8º ano
Planificação de Atividades E@D : Geografia 8º ano
Planificações disponibilizadas pela LeYa Educação para o 9º ano de escolaridade:
Planificação de Atividades E@D : Português 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Inglês 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Francês 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Matemática 9º ano (Equações do 2º grau completas)
Planificação de Atividades E@D : Matemática 9º ano (Inequações)
Planificação de Atividades E@D : Ciências Naturais 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Físico-Química 9º ano
Planificação de Atividades E@D : História 9º ano
Planificação de Atividades E@D : Geografia 9º ano























